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Gastão Vieira
Abertas as inscrições para o Enem Estão abertas inscrições ao Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) de 2008. Podem fazer a prova os alunos que concluem o Ensino Médio (EM) este ano, e os que já concluíram e desejam incluir a nota em processos seletivos de 2009 ou candidatar-se a bolsas no Programa Universidade Para Todos (ProUni).
As inscrições são feitas nas agências dos Correios ou pela Internet. Todas as escolas que preencheram o Censo Escolar de 2007 vão receber fichas. Alunos da rede pública podem pegá-las na escola e, após preenchê-las, entregar nos Correios. Para a inscrição pela Internet, o interessado deve acessar o site do Enem, preencher a ficha e imprimir o comprovante. No caso de egressos e escolares da rede particular, não haverá isenção de taxa (tabela).
Alunos com necessidades educacionais especiais devem declarar, no ato da inscrição, o tipo de atendimento que precisam para fazer a prova. No caso de candidatos de unidades prisionais e hospitalares, é necessário que a coordenação desses locais informe ao Inep/MEC, até 13 de junho, a situação dos matriculados. Independentemente da forma escolhida para inscrição, o aluno receberá, até 18 de agosto, o cartão de confirmação com hora, data e local da prova, no endereço indicado no ato da inscrição. Se não receber, deve procurar uma agência dos Correios ou consultar a página do Inep.
Exame Nacional do Ensino Médio
- Inscrições de 5 a 30 de maio - Prova: dia 31 de agosto (13h) - Taxa: gratuita (aluno de escola pública ou concluinte da rede privada autodeclarado carente); ou R$ 35,00 (de escola particular) - Público: Alunos que vão concluir o EM este ano e quem já o concluiu e deseja incluir a nota do Enem em vestibulares de 2009 ou candidatar-se a bolsas no ProUni Informes: www.inep.gov.br
Escrito por Gastão Vieira às 07/05/2008
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QI DOS BAIANOS Gastão Vieira O Coordenador do curso de medicina da Universidade Federal da Bahia de que o "baixo desempenho do curso no Enade (avaliação dos alunos dos cursos de nível superior) se deve ao "baixo QI dos baianos". A declaração provocou uma enorme revolta, indignação, em todos os baianos o que é mais do que devido, como consequência, pediu demissão. De qualquer forma, é bom recordar que com uma frequência quase diária, e há muitos anos, é constante a culpabilização dos alunos - especialmente dos alunos pobres - pelo fracasso do sistema educacional. Quem não se lembra da conversa de que os resultados no SAEB caíram no fim da década de 90 por conta da incorporação ao sistema de alunos das classes menos favorecidas? Ouvi muito, quando Secretário de Educação, a reclamação diuturna de professores de que "com esse aluno não dá", dando a entender que o baixo desempenho dos alunos nada tem a ver com aulas desinteressantes e à incompetência da escola (quando o diretor não se interessa, nada funciona; o contrário também é verdadeiro), mas sim a fatores inatos e do contexto social dos alunos? Segundo uma parcela significa de "palpiteiros" da educação, os alunos que temos, com os pais que eles têm, o aprendizado é muito lento. A análise inclusive vai um passo além, ainda que provavelmente a maioria dos professores não saibam disso: a diretora da Faculdade de Educação da USP, Sonia Penin, saiu-se com o mesmo argumento para justificar as deficiências da sua instituição: "...com os alunos que faculdade recebe - pobres, ignorantes, etc. - seria impossível forjar professores de grande qualidade"(sic). Enfim, luto contra esta lógica elitista: com esse povo, o Brasil não vai prá frente. É de lascar...
Escrito por Gastão Vieira às 05/05/2008
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MEC ameaça punir 17 cursos de medicina com notas ruinsFaculdades serão supervisionadas; quatro universidades federais estão na relação
Supervisão já ocorreu com cursos de direito; entre as punições previstas estão corte de vagas e suspensão de novos processos seletivosFolha de SP - 30 de Abril de 2008 O Ministério da Educação divulgou ontem a lista dos 17 cursos de medicina que serão supervisionados por causa das baixas notas dos seus alunos no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes).
O processo de supervisão será semelhante ao que está em andamento com as áreas de direito e pedagogia. Inicialmente, os cursos serão notificados pelo ministério e terão dez dias para explicar o mau desempenho.
Depois disso, a comissão nomeada pelo MEC poderá realizar vistorias e sugerir medidas para a melhoria dos cursos.
Se houver consenso sobre elas, será assinado um termo de compromisso; senão, a pasta poderá abrir um procedimento administrativo.
Entre as punições poderão estar o corte de vagas, já anunciado para 51 cursos de direito, ou, no limite, a suspensão de novos processos seletivos.
De qualquer maneira, segundo o MEC, os alunos já matriculados não serão afetados por eventuais punições, já que as mudanças valem apenas para os vestibulares posteriores.
Também podem ser acordadas melhorias de infra-estrutura e contratação de mais professores, por exemplo.
Quatro federais
Dos 17 cursos que serão supervisionados, quatro são de universidades federais, incluindo o mais antigo do país, o da Universidade Federal da Bahia, criado há 200 anos. Os outros três são os de Alagoas, Amazonas e Pará.
Segundo Ronaldo Mota, secretário de Educação Superior do MEC, essas instituições, como as outras, estão sujeitas a cortes de vagas -"caso essa seja a determinação da comissão".
Ele evitou explicar o motivo do mau desempenho -o que, segundo ele, deverá ser feito pela comissão. Admitiu, porém, a possibilidade de o mau resultado ter sido provocado pelo boicote dos estudantes, que, em algumas instituições, criticam a política de avaliação do MEC, em especial a elaboração de rankings.
Notas baixas
Os cursos que serão supervisionados obtiveram notas 1 e 2, em uma escala de 1 a 5, tanto no conceito Enade, que mede o conhecimento dos universitários, como no conceito IDD, que, a partir da comparação entre o desempenho de calouros e de formandos, mede quanto conhecimento as instituições agregaram ao aluno.
Além dos 17 cursos listados, há outros três que tiraram as mesmas notas, mas não serão supervisionados, pois estão sob a jurisdição de Estados e municípios. É a situação da Universidade de Taubaté e da Universidade Regional de Blumenau, ambas municipais, e da Universidade Estadual de Londrina.
O Brasil tem 175 faculdades de medicina, mas só 103 foram avaliadas -as outras ainda não têm turmas formadas ou não aderiram ao exame.
"Se até 1994 tínhamos 80 faculdades de medicina, hoje temos 175. Os mecanismos de autorização não estavam permitindo que o MEC proibisse o crescimento fora de propósito", disse Adib Jatene, presidente da comissão avaliadora, referindo-se a regras mais rígidas para a aprovação de novos cursos na área publicadas recentemente. Durante o governo Lula, foram criados 51 cursos de medicina.
Desempenho desigual
A situação das federais no Enade é desigual: embora quatro delas estejam entre as mais mal avaliadas, seis obtiveram nota máxima nos dois conceitos do exame. São elas a federal do Rio Grande do Sul, de Goiás, de Santa Maria (RS), do Piauí e de Mato Grosso, e a Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre.
Os cursos mais bem avaliados de São Paulo foram os da Santa Casa e da Faculdade de Medicina do ABC, com quatro pontos nos dois conceitos.
A USP e a Unicamp (Campinas) não são avaliadas por decisão própria -a participação no Enade é voluntária. Já os alunos da Universidade Estadual Paulista anularam a prova -para o Inep (instituto de pesquisa ligado ao MEC), todos os alunos tiraram zero.
Escrito por Gastão Vieira às 30/04/2008
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Política de educação no País é boa, mas só colhe fracassos, analisa Gastão VieiraJornal da Câmara - 25 de Abril de 2008 O deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) analisou em Plenário as razões pelas quais o Brasil ocupa o 60º lugar entre os 62 países que submetem seus estudantes ao Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). Segundo ele, o País está fazendo uma política macroeconômica correta, na área de educação, mas não consegue colher bons resultados na hora das avaliações. “O problema está dentro da escola. Se nós não agirmos na escola vamos continuar tendo políticas muito bem-sucedidas e colhendo fracassos”, disse. Vieira citou experiências de países como a Coréia e a Finlândia, que em poucas décadas conseguiram criar um sistema educacional exemplar. No caso da Coréia, explicou, o país foi completamente destruído pela guerra com os Estados Unidos, nos anos 50. Como o povo coreano tinha pouco dinheiro e não poderia investir em tudo, decidiu priorizar a educação.
O parlamentar explicou que um professor coreano que passa em primeiro lugar num concurso público vai para a pior escola, para poder provar que pode usar seu talento para recuperar os piores alunos.
Currículo extenso
O exemplo da Finlândia foi usado para analisar o problema do currículo nas escolas brasileiras. Segundo o deputado, o Brasil tem um dos currículos mais extensos entre todos os países, sem contar os inúmeros projetos que tramitam na Câmara criando novos conteúdos. O resultado disso, afirmou, é que “os alunos não sabem ler, não sabem escrever, e começamos a fazer, festivamente, propostas para a inclusão de mais matérias nesse currículo que é enorme, improdutivo e que, acima de tudo, não ensina à criança aquilo que é essencial”. Na Finlândia, explicou Gastão Vieira, a grade curricular é enxuta, e os alunos só aprendem aquelas matérias que vão ser objeto de perguntas no teste do Pisa. “É isto que interessa ao aluno, ele dominar aquilo que, internacionalmente, todos os alunos devem saber”, disse.
Ensino médio
Gastão Vieira também criticou o modelo do ensino médio brasileiro. Ele defendeu a qualificação profissional juntamente com a educação regular, especialmente para os jovens de menor poder aquisitivo. “O Brasil está na contramão do mundo. Em todo lugar, o ensino médio é profissionalizante também”, explicou. Segundo ele, apenas 30% dos jovens entre 18 e 24 anos freqüentam um curso superior. “E o que vamos fazer com esses 70% restantes? Precisamos qualificá-los profissionalmente”, afirmou. O deputado também defendeu mais investimentos na primeira infância (zero a quatro anos).
Escrito por Gastão Vieira às 25/04/2008
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REFORMA TRIBUTÁRIA
Indicado pelo Deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Líder do PMDB na Câmara dos Deputados, tomei posse como membro titular da Comissão Especial destinada a proferir parecer à Proposta de Emenda Constitucional nº 31-A, de 2007, que “Altera o Sistema Tributário Nacional”, a conhecida “Reforma Tributária”, sinto-me honrado e compreendo a importância que o meu trabalho parlamentar passa a ter na construção de um sistema tributário que seja a favor de uma diminuição da carga tributária, pela prevalência da incidência dos impostos sobre o capital e a propriedade, e não sobre o consumo e a renda, pela taxação das grandes fortunas e pela simplificação do sistema tributário. Na área de educação terei especial atenção para a mudança no salário educação, cuja receita deixará de vir da folha de salários das empresas e passará a ter origem no Imposto sobre o Valor Agregado – IVA.
Sendo o único parlamentar maranhense indicado titular da comissão, terei também a responsabilidade de defender os interesses do Maranhão.
Escrito por Gastão Vieira às 23/04/2008
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SÓ EMOÇÃOAssista a este vídeo e compreenda minha paixão, determinação e coragem com que fiz da Educação a razão da minha vida parlamentar, desde 1998, quando retornei à Câmara dos Deputados, depois de ter sido Secretário de Educação.
O Programa de Aceleração de Estudos foi implantado, originalmente, no Maranhão, quando fui Secretário de Educação, em 1995, no início da minha gestão. Vídeo da declaração de Denisson sobre o Acelera.
Escrito por Gastão Vieira às 23/04/2008
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CÂMARA DOS DEPUTADOS ALTERA O PROJOVEM E REAJUSTA VALOR DA BOLSA FAMÍLIA O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade o Projeto de Lei de Conversão (Medida Provisória transformada em Lei), que reformula o Projovem por meio da criação de quatro modalidades (adolescente, urbano, campo e trabalhador) e aumenta a faixa etária do público alvo de 15 a 29 anos. A MP também aumenta os valores do Bolsa Família.
Foi intensa, produtiva e esclarecedora a discussão na Comissão de Educação e Cultura, sobre o “relativo” fracasso do Projovem. Fui testemunha, ao visitar o desenvolvimento do projeto na Unidade de Ensino “Manoel Beckman”, em São Luís, a convite da Diretora, Profª. Maria da Graça Trancoso, e da Profª. Luziane Duailibe, da necessidade de ampliação e ajuste no Projovem, acatados pelo Governo, através da MP 411/07.
A intenção é que o Projovem em vez dos atuais 200 mil jovens, passe a atender 1,5 milhão de jovens, com orçamento da ordem de R$ 5,5 bilhões.
As novas modalidades do programa são:
1.MODALIDADE 2.Objetivo
1.ADOLOSCENTE 2.Destina-se aos jovens de 15 a 17 anos pertencentes à família beneficiária do programa Bolsa Família com o objetivo de complementar a proteção social à família e criar condições para a permanência ou inserção do adolescente no sistema educacional.
1.URBANO 2.Direcionado aos jovens de 18 a 29 anos, tem como objetivo a conclusão do ensino fundamental e a qualificação profissional de jovens que saibam ler e escrever ou não tenham concluído o nível fundamental. O participante poderá receber um máximo de 20 auxílios financeiros de R$ 100.
1.CAMPO 2.O objetivo é aumentar a escolaridade dos jovens de 18 a 29 anos que sejam agricultores familiares, integrando com a formação profissional. Para pleitear o benefício, o jovem deve saber ler e escrever, mas não ter concluído o ensino fundamental. O jovem agricultor poderá receber até doze auxílios financeiros. 1.TRABALHADOR 2.Destinado aos jovens desempregados de 18 a 29 anos, tem como objetivo a preparação para o mercado de trabalho e ocupações alternativas geradoras de renda. O jovem participante desta modalidade poderá receber um máximo de seis auxílios financeiros de R$ 100. O governo extinguiu o Programa Nacional do Primeiro Emprego.
Escrito por Gastão Vieira às 17/04/2008
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7º FÓRUM EMPRESARIALA partir do dia 18.04.2008, estarei participando do 7º Fórum Empresarial, que será realizado no Hotel Transamérica, em Comandatuba - Bahia. O encontro cujo tema: "Educação de Qualidade para um Brasil Melhor", contará com a participação de 320 dos mais destacados empresários brasileiros, Governadores, o Ministro da Educação - Fernando Haddad, e pelo Jorge Gerdau Johannpeter - Presidente do Grupo Gerdau, à tarde.
O encontro será uma oportunidade única para consolidarmos a participação do setor privado na busca de "qualidade" para a educação básica brasileira. Aqueles que desejam acompanhar o 7º Fórum, devem acessar o site: www.forumdoriassociados.com.br
Escrito por Gastão Vieira às 16/04/2008
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Cefet-MA promove inclusão de deficientes visuais com atividades esportivasMEC - 10 de Abril de 2008 No Maranhão, os cegos jogam futsal, correm e nadam. Desde 2006, o Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) coloca à disposição de deficientes visuais, além da orientação de um professor de Educação Física, a quadra poliesportiva para o desenvolvimento de atividades esportivas.
Em 2008, o Cefet do Maranhão ampliou a parceria com o Centro Desportivo Maranhense de Cegos (Cedemac) e, em março, iniciaram o condicionamento físico e os treinos de futsal. “Já temos bons resultados, apesar de quatro meses sem treinar”, afirma o presidente do Cedemac, Jackson Bulhões.
Além dessas atividades, o Cefet-MA desenvolve outros projetos de inclusão de portadores de deficiência física, por meio do Núcleo de Apoio Pessoas com Necessidades Especiais (Napnes).
Os treinos de futsal são realizados no ginásio do Cefet e, ainda este mês, serão iniciadas atividades de atletismo e natação. Para essa primeira modalidade, o acompanhamento será feito pela professora Silvana Cardoso Ramos e, na natação, a orientação ficará a cargo do professor voluntário José Lauro, que preparará, inicialmente, um grupo de 12 deficientes visuais para competir em provas regionais e nacionais.
O entrosamento entre os atletas do futsal é grande e a equipe já foi premiada em diversas competições: quarto lugar do Norte e Nordeste, em 2006, segunda posição na Copa do Brasil série B, no mesmo ano, e sétimo melhor time do Brasil de Futsal para Cegos da séria A, em 2007.
Em 2008, a parceria entre o Cefet-MA e o Cedemac abrirá, no Maranhão, um curso de Goll Ball, destinado a professores de Educação Física. Trata-se de um tipo de esporte específico para cegos, praticado por seis atletas. Durante a partida, a bola, ao ser arremessada para baixo, emite um som para que a pessoa cega possa identificar sua trajetória e posição.
O Cedemac é a única entidade do Maranhão que mantém atividades esportivas dirigidas para cegos no estado.
Escrito por Gastão Vieira às 16/04/2008
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SAIU NO BLOG O COLUNÃO, DE WALTER RODRIGUES PT com Gastão só em Brasília Brasília, 16 de abril de 2008 É muito pouco provável que dê certo a articulação nacional que tenta fazer do deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) o candidato de uma coligação PMDB-PT à prefeitura de São Luís. Quase impossível, apesar da boa imagem pessoal do deputado, homem afeito ao diálogo e avesso a escândalos.
No próximo domingo, em reunião no Sindicato dos Bancários (Rua do Sol), o diretório municipal do PT decide entre duas propostas: a de coligação com outros partidos (indicando o vice) e a de candidatura própria. Ambas passam longe das pretensões de Gastão, que pertence ao grupo Sarney.
A candidatura própria é defendida pelo grupo do pré-candidato Bira do Pindaré, que em 2006 concorreu ao Senado e bateu dois ex-governadores bons de voto na capital. Bira tem o apoio não muito entusiasmado do presidente do diretório regional, Domingos Dutra, deputado federal.
Propõem a coligação os grupos do ex-deputado Washington Luiz, ex-presidente do diretório regional, e da deputada Helena Heluy. Esta última explicita que seu candidato a prefeito é o deputado federal Flávio Dino (PCdoB). O de Washington deixa para decidir depois se a coligação é com PCdoB ou PDT. Ali não se fala em PMDB.
Os dois grupos, o de Helena e o de Washington (que nas questões essenciais são aliados) já tiveram pré-candidatos também. Helena, o ex-vereador Kléber Gomes. Washington, o jornalista Ed Wilson e o agrônomo Raimundo Monteiro. Os três saíram da disputa para fechar com a tese da coligação, com que nunca deixaram de simpatizar.
Forte em Brasília
Gastão Vieira é hoje um integrante do “alto clero” parlamentar. Foi duas vezes presidente da Comissão de Educação da Câmara e atualmente é um dos quatro vice-líderes do Governo Congresso. A líder é a senadora Roseana Sarney.
Quando Roseana assumiu a liderança, só havia três cargos de vice-líder. Por interferência de Lula e Sarney, criou-se um quarto só para entregá-lo a Gastão. Ele agora representa o Governo na poderosa e sempre polêmica Comissão do Orçamento Geral da União.
Escrito por Gastão Vieira às 16/04/2008
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Visitem também o site do Dr. Claudio Moura Castro, segue abaixo o link:
www.claudiomouracastro.com.br
Escrito por Gastão Vieira às 15/04/2008
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Sem Comissão, Gastão vira vice-líder do governoO Imparcial Brasília - O deputado federal Gastão Vieira (PMDB-MA) é o novo vice-líder do governo no Congresso Nacional. A função lhe foi concedida, oficialmente, no fim da semana passada. Agora, o peemedebista, que foi duas vezes presidente da Comissão de Educação da Câmara, será um dos responsáveis pelas negociações do Palácio do Planalto nas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) e também na Comissão Mista de Orçamento (CMO), a mais importante das duas Casas.
A vaga de quarto vice-líder foi criada para que Vieira ocupasse. Já existem outros três que exercem a mesma função, todos do PP. “Foi uma surpresa pra mim, já que não sou membro da Comissão de Orçamento”, afirma Vieira. Segundo ele, na semana passada participou da primeira reunião na função, entre parlamentares e o Ministério do Planejamento. “Chego amanhã [hoje] a Brasília e vou mergulhar nesses assuntos (CPI Mista dos Cartões e Orçamento). Todo o tempo que a Comissão de Educação me tirava, estarei a serviço da liderança”, afirma.
Gastão Vieira será vice da senadora peemedebista Roseana Sarney, líder do governo no Congresso e líder também do grupo político ao qual o deputado pertence.
Escrito por Gastão Vieira às 15/04/2008
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Deu no Painel da Folha de São Paulo
Água e óleo. O Planalto indicou para a vice-liderança do governo na Câmara Gastão Vieira (PMDB-MA), candidato do clã Sarney à Prefeitura de São Luís e adversário histórico do PT maranhense.
Quero esclarecer que eu não tenho nenhuma inimizade histórica com o Partido dos Trabalhadores do Maranhão.
Escrito por Gastão Vieira às 14/04/2008
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Atendendo às justas recomendações de que eu deveria analisar alternativas para a melhoria do Ensino Médio no Brasil e especificamente no Maranhão, ampliei o comentário publicado neste blog e o publiquei no jornal O Estado do Maranhão.É a qualidade, estúpido Gastão Vieira Deputado Federal É imbatível o sucesso que faz no marketing político a frase de James Carville ao seu cliente Bill Clinton ao ser indagado, mais vez, sobre a prioridade da estratégia da campanha a ser adotada, na eleição Presidencial Americana de 1992: "It's the economy, stupid!" (É a economia, estúpido). Eram tão claras as evidências, tão precisas as análises e diagnósticos das causas da apatia do cidadão americano diante do processo eleitoral, que a frase do estrategista James Carville era um misto de impaciência e decepção diante da demora do candidato Bill Clinton de perceber "qual o real problema a ser enfrentado durante a campanha". Lembrei-me do estrategista americano ao acompanhar a divulgação dos dados com as notas do Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM), em todo o Maranhão. Os dados do Ministério da Educação permitem a análise de escola por escola, estaduais, municipais, federais, públicas e privadas. Os resultados são muito parecidos com os divulgados no último levantamento: o ENEM 2007 mostra, mais uma vez, o abismo entre a rede pública e a rede privada. Das 10 escolas melhores colocadas no Maranhão, há apenas uma da rede pública, o Centro Federal de Educação Tecnológica de São Luis (antiga Escola Técnica Federal), que figura na 8ª colocação. Aliás, dentro das 20 melhores escolas do Maranhão, apenas duas são da rede pública: os dois Cefets (São Luis e Imperatriz). As escolas particulares continuam se revezando nas melhores notas. No ranking geral, o Educator, com média de 74,19, conseguiu superar o Reino Infantil (agora, segundo lugar), que na última avaliação havia superado o Pitágoras. Outras escolas, Dom Bosco, Crescimento, Cei Coc, Geoalpha, Reis Magos, Upaon Açu e Maristas, obtiveram boas notas. A melhor escola estadual foi o Liceu Maranhense, assim como no ano passado. O jornalista Wilson Lima, do Jornal "Estado do Maranhão", em oportuna matéria, destaca que as 10 escolas com pior desempenho estão no interior do Estado. A nova avaliação do ENEM não traz absolutamente nada de novo. O desempenho no geral é muito baixo e a qualidade muito ruim. Ligeiramente abaixo das médias nacionais. É o retrato do Brasil. O Maranhão não é muito pior do que o resto, como o resto do Brasil não tem melhorado não podíamos melhorar. Dizer que o Maranhão melhorou, pouco, mas melhorou, é tentar “tirar leite de pedra”. A tendência geral é concluir que estamos um pouco pior, embora tenhamos que ressaltar que num sistema que funciona mal, há escolas que funcionam bem. Temos que aprender com as de melhor desempenho para que todas possam funcionar bem. Os professores são os mesmos, com a mesma formação, os salários são muito parecidos, o que parece indicar que é preciso adotar medidas no fortalecimento da escola, em novas formas de gestão. Premiar escolas e professores com melhor desempenho, são atitudes com muito bom proveito em Pernambuco. Escolas em tempo integral, articuladas com formação profissional e primeiro emprego, aprimoramento das carreiras do magistério, para atrair e manter professores cada vez mais qualificados, completam um conjunto de atitudes já adotadas em alguns Estados com bons resultados. È bom não esquecer de envolver o setor produtivo nas questões da educação e da escola, especialmente no que se refere a formação profissional e primeiro emprego.
Escrito por Gastão Vieira às 14/04/2008
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Dengue é preciso prevenir!
Vítima duas vezes da doença, sendo a segunda dengue hemorrágica, minha preocupação é quando as chuvas cessaram e São Luís ser afetada por uma epidemia.
Em audiência com o ministro da Saúde, José Temporão, alertei sobre essa possibilidade e que a rede pública de saúde deve oferecer condições de atendimento à população, tendo em vista que, segundo declarações da secretária municipal de Saúde, Terezinha Abreu, São Luís não tem capacidade para atender a toda a demanda, caso tenha uma epidemia. “O risco de um surto é muito alto. Por isso, a rede de saúde pública deve oferecer condições de atendimento adequadas”, admitiu a secretária. Ela afirmou ainda que os recursos do SUS são insuficientes para a realização de todos os atendimentos. Além disso, os dois Socorrões, principais hospitais públicos da capital, que atendem a uma grande demanda, está passando por sérias dificuldades.
Então, questionei o ministro, junto com outros parlamentares do Maranhão, sobre o repasse de verbas e a situação desses hospitais, com estruturas condenadas pelo Ministério Público Estadual e Vigilância Sanitária.
A resposta obtida foi que José Temporão não sabia explicar o que acontecia, já que as verbas são repassadas em dia, mas suspeita que possa haver “problemas de gestão”. O ministro prontificou-se a fazer um levantamento sobre os repasses de verbas à prefeitura de São Luís e dar uma resposta à bancada.
Escrito por Gastão Vieira às 14/04/2008
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Gastão e Jackson pela Educação Jornal O Imparcial, 12 de abril de 2008 Representando o Ministério da Educação e a Confederação Nacional do Comércio, o deputado federal Gastão Vieira visitou o governador Jackson Lago, ontem, quando entregou três livros e três DVD’s ao gestor, com as discussões realizadas durante um seminário internacional sobre educação realizado em Brasília. O material apresentado por Vieira será lançado em São Luís durante a inauguração do restaurante do Senac – ainda sem data definida - com a presença o ministro da Educação, Fernando Hadad.
“A educação é a mola do desenvolvimento. E, durante esse seminário, foram apresentadas experiências de países que alcançaram desenvolvimento econômico, tendo a educação como prioridade”, ressaltou Jackson Lago.
A Confederação Nacional do Comércio e o Ministério da Educação pretendem distribuir o material para as universidades e para as 217 prefeituras do Estado. Os livros e os DVD’s são divididos em três temas: Qualidade da Educação; Ensino Médio e Educação na Infância. “Foi um seminário de enorme repercussão e, por isso, o ministério e a CNC resolveram produzir esse material para distribuir às prefeituras e universidades do País”, explicou Gastão Vieira, que é vice-presidente da Comissão de Educação da Câmara Federal.
Escrito por Gastão Vieira às 12/04/2008
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Estive em audiência solicitada ao governador do Maranhão, Jackson Lago, em nome da Confederação Nacional do Comércio e do Presidente da Comissão de Educação e Cultura, Dep. João Matos, com o objetivo de entregar ao Governador o conjunto de DVD´s e livros (sendo três de cada) do Ciclo de Seminários Internacionais sobre Educação, realizados quando fui Presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, em 2007.

Aproveitei a oportunidade para convidar o Governador a participar do lançamento deste material em São Luís, o qual deverá se dar concomitantemente com a abertura do restaurante do SENAC, localizado na Praia Grande. O evento pretende contar com as presenças do Presidente da Confederação Nacional do Comércio, Gil Siuffo Pereira, e do Ministro da Educação, Fernando Haddad.
Escrito por Gastão Vieira às 11/04/2008
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BELA EXPERIÊNCIA Convidado pelo Instituto de Co-Responsabilidade pela Educação , através do seu Presidente Marcos Magalhães, presidente do Conselho da Philips para a América Latina, por sugestão do empresário maranhense Tedy Lago, participei da visita de autoridades maranhenses para conhecerem o Projeto dos Centros de Ensino Experimental de Nível Médio no Estado de Pernambuco e discutir a sua implantação no Estado do Maranhão. Já conhecedor dos aspectos institucionais, jurídicos e operacionais do modelo, pois o Dr. Marcos Magalhães já havia falado sobre o assunto na Comissão de Educação e Cultura da Câmara, tive a oportunidade de interagir com alunos, professores e dirigentes do Centro de Ensino Experimental Escola Técnica do Agreste no Município de Bezerros (distante 100 km de Recife) e do Ginásio Pernambucano ( equivalente ao nosso Liceu) , em Recife. È uma experiência de sucesso , comprovada pelas notas obtidas no ENEM, e pelos primeiros lugares obtidos nos vestibulares da principais universidades públicas do Estado. Senti no Governador Jackson Lago, presente e altamente concentrado na descrição da experiência, uma enorme vontade política de experimentar o modelo. No que depender de mim, ajudo.  
Escrito por Gastão Vieira às 10/04/2008
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É a qualidade, estúpido Gastão Vieira É imbatível o sucesso que faz no marketing político a frase de James Carville ao seu cliente Bill Clinton ao ser indagado, mais vez, sobre a prioridade da estratégia da campanha a ser adotada, na eleição Presidencial Americana de 1992: "It's the economy, stupid! "(É a economia, estúpido ). Eram tão claras as evidências, tão precisas as análises e diagnósticos das causas da apatia do cidadão americano diante do processo eleitoral, que a frase do estrategista James Carville era um misto de impaciência e decepção diante da demora do candidato Bill Clinton de perceber "qual o real problema a ser enfrentado durante a campanha".
Lembrei-me do estrategista americano ao acompanhar a divulgação dos dados com as notas do Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM), em todo o Maranhão. Os dados do Ministério da Educação permitem a análise de escola por escola, estaduais, municipais, federais, públicas e privadas. Os resultados são muito parecidos com os divulgados no último levantamento: o ENEM 2007 mostra, mais uma vez, o abismo entre a rede pública e a rede privada.
Das 10 escolas melhores colocadas no Maranhão, há apenas uma da rede pública, o Centro Federal de Educação Tecnológica de São Luis (antiga Escola Técnica Federal), que figura na 8ª colocação. Aliás, dentro das 20 melhores escolas do Maranhão, apenas duas são da rede pública: os dois Cefets (São Luis e Imperatriz). As escolas particulares continuam se revezando nas melhores notas. No ranking geral, o Educator, com média de 74,19, conseguiu superar o Reino Infantil (agora, segundo lugar), que na última avaliação havia superado o Pitágoras. Outras escolas, Dom Bosco, Crescimento, Cei Coc, Geoalpha, Reis Magos, Upaon Açu e Maristas, obtiveram boas notas. A melhor escola estadual foi o Liceu Maranhense, assim como no ano passado.
O jornalista Wilson Lima, do Jornal "Estado do Maranhão", em oportuna matéria, destaca que as 10 escolas com pior desempenho estão no interior do Estado. A nova avaliação do ENEM não trás absolutamente nada de novo. O desempenho no geral é muito baixo e a diferença entre as escolas é muito grande. A qualidade do que se oferece é muito variável. A tendência geral é concluir que estamos um pouco pior, embora tenhamos que ressaltar que num sistema que funciona mal, há escolas que funcionam bem. Temos que aprender com as de melhor desempenho para que todas possam funcionar bem. Os professores são os mesmos, com a mesma formação, os salários são muito parecidos, o que parece indicar que é preciso adotar medidas no fortalecimento da escola, em novas formas de gestão. Devolver o respeito à escola, ao diretor, assegurar segurança e tranqüilidade para as pessoas que trabalham na escola (e aos pais), um ambiente de disciplina para alunos e professores pode ser um bom começo.
Sim, e onde entra o estrategista americano James Carville e sua frase que abre este comentário? Imagino que aqueles que pensam que o problema do ensino médio do Maranhão seria resolvido com a construção de novas escolas, em todos os municípios, de forma irresponsável e deslocada de qualquer contato com a realidade da situação, o resultado do ENEM parece indicar uma bronca: o problema é falta de qualidade, estúpido".
Escrito por Gastão Vieira às 08/04/2008
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Enem: sai o ranking das escolas do MAEducator é a escola com a melhor colocação; das 405 avaliadas, 54 tiveram coeficiente abaixo da média recomendada Saiu no O Estado do Maranhão O colégio Educator foi a escola que conseguiu a melhor nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em todo o Maranhão. Na rede pública, a melhor escola foi o Centro Federal de Educação Tecnológica de São Luís. A que teve a menor nota foi o anexo I do Centro de Ensino Fundamental e Médio Padre Astolfo Serra, localizada em Matinha. Os dados do Ministério da Educação foram divulgados quinta-feira última. (ver lista completa na página ao lado)
O resultado do Enem 2007 mostrou, mais uma vez, o abismo entre a rede pública e a rede privada. Das 10 escolas melhores colocadas no Maranhão, há apenas uma da rede pública: o Centro Federal de Educação Tecnológica de São Luís, que figura na 8ª colocação. Aliás, dentro das 20 melhores escolas do Maranhão apenas duas são da rede pública: os dois Cefets (São Luís e Imperatriz).
A melhor escola da rede pública estadual de ensino no Enem 2007 foi o Liceu Maranhense, assim como no ano passado. Mas, no ranking geral, o colégio aparece apenas na 36ª posição. Entre as públicas, destaque também para o Centro de Ensino Fundamental e Médio (CEEFM) Estado do Maranhão, considerada a quarta melhor escola da rede pública, e Colégio Universitário (Colun), que ocupou este ano a 5ª posição entre as públicas.
Geral
No ranking geral, o Educador, com média de 74,19 pontos, conseguiu superar o Reino Infantil (segunda colocada), que teve a maior nota no Enem de 2006. Em 2007, o Educator tinha a quarta melhor nota entre os colégios da rede privada. Na lista das 10 melhores, continuam figurando nomes como Dom Bosco e Cei Coc.
Em Imperatriz, as melhores escolas são a Santa Teresinha (rede privada), com nota de 67,53; o Cefet e a Escola Rui Barbosa (rede privada), com nota de 61,79. “Mais uma vez, o Enem revelou o abismo entre escolas públicas e privadas. É necessário que se façam reformas urgentes no nosso ensino, principalmente no que tange ao ensino de base. É com um bom ensino fundamental que essas notas irão melhorar”, disse o deputado federal Gastão Vieira, integrante da comissão de educação da Câmara.
Do outro lado, as 10 escolas com o pior desempenho no Enem estão no interior do Maranhão. Pelos dados do Enem 2007, o anexo I do Centro de Ensino Fundamental e Médio Padre Astolfo Serra, em Matinha, teve a pior nota do Exame entre todas as escolas do Maranhão, com média de 28,17 pontos. O Centro de Ensino Almerinda Bayma foi o 2° pior e o Centro de Educação de Jovens e Adultos Lúcia Bayma, o 3° pior. Esses dois colégios são da cidade de Codó. Os três piores são da rede pública estadual.
Já as duas escolas que tiraram as menores notas no Enem em São Luís foram o Centro de Ensino São Cristóvão, anexo São Bernardo, e Centro de Ensino Maria do Socorro Almeida, anexo João de Deus. E, na rede privada, as escolas com as menores notas foram o Colégio Francisco de Almeida Carneiro, em Chapadinha, o Colégio Leonel Amorim, em Itapecuru-Mirim, e o Centro de Ensino Novo Milênio, em Balsas. Esta última, pelo segundo ano seguido, figura na lista das escolas da rede privada com as menores notas do Enem. Em Imperatriz, as escolas com as piores colocações foram os Centros de Ensino, Mourão Rangel; São José do Egito e Tancredo de Almeida Neves. Os três são da rede pública estadual.
DESEMPENHO
Apesar do bom desempenho dos alunos maranhenses na edição 2007 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em comparação com o ano anterior, 13% das escolas do Maranhão tiraram nota inferior à mínima satisfatória pelo Ministério da Educação (MEC) no seletivo. A nota mínima aceitada pelo MEC é de 40 pontos.
Ao todo, conforme dos dados do MEC divulgados quinta-feira última, 54 escolas, das 405 avaliadas, não conseguiram atingir a nota mínima recomendada pelo MEC. E esse número poderia ser maior, já que 186 escolas em todo o Maranhão não chegaram a ser avaliadas pelo Ministério da Educação. Além disso, em 14 cidades maranhenses, os alunos não se submeteram ao Exame Nacional do Ensino Médio.
As provas do Enem foram realizadas em agosto do ano passado. No Maranhão, 57.151 alunos fizeram as provas objetivas e, destes, 56.492, as de redação. Em relação aos outros estados brasileiros, os estudantes maranhenses ficaram em uma posição intermediária. No Brasil, os discentes maranhenses tiveram a 17ª maior nota.
Números
54 escolas, das 405 avaliadas, não conseguiram atingir a nota mínima recomendada pelo MEC
186 escolas não chegaram a ser avaliadas pelo Ministério da Educação
Em 14 cidades, os alunos não se submeteram ao Exame Nacional do Ensino Médio
57.151 alunos fizeram as provas objetivas e, destes, 56.492, as provas de redação
Escrito por Gastão Vieira às 07/04/2008
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Comissão de Educação conhece a reforma do Sistema SMEC - 02 de Abril de 2008 A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados recebeu nesta quarta-feira, 2, a visita do ministro da Educação, Fernando Haddad. O ministro explicou e debateu as linhas gerais da proposta do governo federal para alterar a destinação e distribuição dos recursos do Sistema S – conjunto de 11 entidades, como o Senai, Senac, Sebrae, entre outras.
De acordo com o ministro, a reforma é “pontual” e não pretende restringir a autonomia do Sistema S, que é um sistema eficiente. “Não estamos discutindo a reforma do Sistema S, mas do ensino médio”, destacou Haddad.
O ministro explicou que o ensino médio, como está, representa o elo frágil da educação básica. Segundo Haddad, o ensino médio é voltado especialmente ao preparo dos alunos para ingressarem na educação superior. Como a expectativa é expandir o acesso ao ensino superior e colocar 30% dos jovens entre 18 e 24 anos nas universidades, como prevê o Plano Nacional de Educação, os outros 70% precisariam de “possibilidades dignas de inserção no mundo do trabalho”, disse Haddad.
A proposta, que ainda é discutida pelo Executivo, prevê a criação do Fundo Nacional de Formação Técnica e Profissional (Funtep) de caráter nacional, com parte dos recursos do Sistema S, em cada sistema nacional de aprendizagem, como o fundo da indústria, do comércio, rural, do transporte e do cooperativismo. O fundo seria destinado à oferta de cursos gratuitos e presenciais de formação profissional e tecnológica a alunos das escolas públicas e a trabalhadores desempregados que recebem o seguro-desemprego.
Atualmente, 2,5% da folha de pagamentos das empresas garantem os recursos do Sistema S – 1,5% destinado a serviços sociais e 1%, à formação profissional. Pela proposta, a origem da arrecadação permanece a mesma, mas os percentuais se invertem. Assim, 1,5% seria destinado à formação profissional e 1%, a serviços sociais.
A destinação e a distribuição dos recursos à educação também mudam. A educação profissional deverá oferecer cursos técnicos de nível médio e de formação inicial e continuada do trabalhador. Já a distribuição dos recursos poderá ocorrer conforme a oferta de matrículas gratuitas e presenciais e não mais de acordo com a arrecadação. Segundo o ministro, as mudanças poderão assegurar ensino profissionalizante a dois milhões de alunos por ano.
“Temos que dar uma resposta ao jovem que não tem renda, mas que tem desejos e aptidão”, ressaltou. “Hoje, (esse jovem) cursa o ensino médio sem perspectivas”, completou Haddad.
O ministro esclareceu ainda que o princípio norteador da reforma é o da gratuidade. Na visão dele, os recursos recolhidos pela sociedade deveriam compor o fundo e dar sustentação à educação profissional gratuita e de qualidade àqueles que não teriam acesso ao ensino superior.
Escrito por Gastão Vieira às 03/04/2008
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Gastão Vieira fala da educação nos municípios do MaranhãoEntrevista ao Programa Ponto Final, 02 de abril de 2008) O deputado federal Gastão Vieira, em entrevista à Rádio Mirante AM, nesta quarta-feira, falou sobre a situação dos municípios maranhenses de Caxias e Alto Alegre do Pindaré, abordada pela Rede Globo.
O Fantástico publicou duas matérias extremamente significativas, com fortes contrastes.
A primeira diz respeito ao destaque da cidade de Alto Alegre do Pindaré, pela inovação na educação. “O município de Alto Alegre do Pindaré é novo, com uma economia basicamente assentada na agricultura familiar e de subsistência, e foi destaque pela experiência criativa e inovadora, utilizando um jegue, o Jegue Biblioteca. Com este cenário e com os recursos do FUNDEB, a que tem direito, conseguiu destacar-se como um dos pólos mais consistentes na educação fundamental no Brasil, está entre os dez melhores municípios do país”, destacou o deputado.
Quanto ao município de Caxias, a área educacional deve ser vista com muita cautela, pois está destacando-se pelo descaso com a educação.
Caxias é o terceiro maior município maranhense, com Campus da Ufma,Uema, um pólo do Cefet e faculdades particulares, além de ser uma das cidades que maior recurso recebe do Fundeb. Como explicar o descaso com a educação, se recursos tem para uma melhoria constante? O diagnóstico do MEC aponta uma situação complicada.
“Temos que mostrar, por meio do Ministério Público, o que está acontecendo e daí tomarmos as providências cabíveis. Além disso, é importante que a população conheça os dados da educação que o MEC possui, bem como o plano educacional de Caxias, feito em colaboração com a Secretaria Estadual de Educação”, declarou. Entretanto, a melhoria na educação do nosso estado não depende só de um ou outro grupo político, mas do trabalho em parceria com a prefeitura, estado e governo federal.
“Neste momento não devemos ir atrás de culpados e sim propor melhorias, superar os problemas e resolver essas questões. É preciso entender que para melhorar a educação leva tempo, e tem que ter vontade política de fazer”, finaliza Gastão Vieira.
Escrito por Gastão Vieira às 03/04/2008
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No Brasil, 23% dão aulas de matemática sem diploma
Cerca de 23% dos professores de matemática do ensino médio no país não têm curso superior. Eles completaram apenas o próprio ensino médio - mesmo nível de escolaridade para o qual dão aulas.
Outros 21% são graduados em outras áreas, como processamento de dados e ciências contábeis, ou mesmo letras.
Apenas 20% são formados de fato em Matemática. Nas regiões norte e nordeste o índice de professores sem formação superior é ainda mais alto, chegando a 36,9% e 36,1%, respectivamente. Por lei, todos deveriam ter diploma universitário.
Os problemas no ensino da matemática aparecem em estudantes de todos os níveis e regiões. Na última avaliação internacional Pisa (avaliação internacional de estudantes), cujos resultados foram divulgados no ano passado, os estudantes brasileiros tiveram um dos piores desempenhos na disciplina, ficando na frente apenas dos da Tunísia, Catar e Casaquistão.
Na semana retrasada, as notas do Saresp, a avaliação feita pelo Estado de São Paulo, mostraram que os alunos terminam o ensino médio sem conhecimentos básicos da área. Eles têm dificuldades para realizar operações de soma, subtração, multiplicação e divisão, além de não conseguirem mensurar grandezas e medidas.
Os dados fazem parte de um relatório elaborado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que desde o fim de 2007 assumiu também a responsabilidade pela formação de professores para educação básica.
O diagnóstico servirá de base para a elaboração de uma rede nacional de formação de professores, uma das metas do ministro da Educação, Fernando Haddad. O objetivo é formular medidas emergenciais para suprir essa necessidade, com foco também nas áreas de física e química, assim como organizar um sistema de graduação que atraia os jovens para a docência.
A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) estabeleceu que, a partir de 2007, todos os professores contratados para atuar da 5ª a 8ª séries e no ensino médio deveriam ter licenciatura. Os do ensino infantil e primeiro ciclo do fundamental (1ª a 4ª séries) precisariam ter feito pedagogia ou curso normal superior - meta que ainda está longe de ser cumprida. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Escrito por Gastão Vieira às 01/04/2008
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Escolas têm até 21 de abril para completar dados dos alunosMEC - 31 de Março de 2008 O prazo para os diretores de escola completarem o Educacenso foi prorrogado para 21 de abril. Quem preencheu o censo 2007 deve informar sobre o aproveitamento do último ano letivo. Os diretores só precisam atualizar os dados de cada estudante no sistema Educacenso.
O MEC precisa saber quem passou de ano, quem mudou de escola, abandonou os estudos ou foi reprovado. Essas informações são as únicas que faltam para calcular o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador que mede a qualidade da educação brasileira e serve de base para todas as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).
O Censo ― O Educacenso oferece informações mais completas e detalhadas sobre o sistema educacional brasileiro. A partir de 2007, os dados foram individualizados por alunos, professores e há informações sobre a estrutura de todas as escolas do país.
Com o novo sistema de coleta, o preenchimento é feito pela internet e os dados são colocados à disposição da sociedade no Data Escola Brasil, nova página eletrônica de consulta educacional, disponível no sítio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Foi alterado, também, o dia nacional do censo escolar ― que era 30 de março e agora passa a ser 30 de maio. A data foi mudada para que as incorreções decorrentes de dupla matrícula e mudança de escola, comuns no início do ano letivo, não sejam computadas ― pois no final de maio o sistema já está estabilizado e corresponde ao que, de fato, ocorrerá ao longo do ano.
Resultados ― O resultado do Censo Escolar da Educação Básica 2007 foi divulgado em 10 de janeiro deste ano. A coleta do Educancenso mostrou que, no Brasil, estão matriculados 52.969.456 estudantes na educação básica, sendo que 46.610.710 em escolas públicas e 6.358.746 em escolas privadas. As redes municipais abrigam a maior parte dos alunos, com 24.516.221 matriculados.
Última chamada ― O prazo foi prorrogado para que nenhuma escola fique prejudicada. Caso o diretor da escola não informe o aproveitamento do último ano letivo dos alunos, a escola perderá recursos do Ministério da Educação.
Escrito por Gastão Vieira às 01/04/2008
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ALTO ALEGRE X CAXIAS: UM PARALELO INEVITÁVEL
Há três semanas, o Maranhão é destaque na principal revista eletrônica da REDE GLOBO, que é o Fantástico. Da primeira vez, o Maranhão foi destaque positivo com a experiência criativa e inovadora do JEGUE BIBLIOTECA, posta em execução pela Prefeitura de ALTO ALEGRE DO PINDARÉ.
ALTO ALEGRE DO PINDARÉ é um município criado na década de 80, distante dos principais eixos dinâmicos do Maranhão e do Piauí, com uma economia basicamente assentada na agricultura familiar e de subsistência. Área de conflitos de terra e indígenas. Tem seu território cortado pela ferrovia Carajás.
Com este cenário e com os parcos recursos do FUNDEB, a que tem direito, conseguiu destacar-se como um dos pólos mais consistentes na EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL no BRASIL.
ALTO ALEGRE DO PINDARÉ, com criatividade, gestão competente e decisão política é hoje uma referência no Ministério de Educação!!!!!!
Vejamos, agora, CAXIAS:
CAXIAS há duas semanas consecutivos se destaca pela incompetência, pelo descaso e pelo desleixo com a EDUCAÇÃO. Apesar de ser a terceira mais importante cidade do Maranhão, de contar com Campus Universitário da UEMA e da UFMA, de ter uma economia diversificada, de ser vizinha de Teresina, capital do Piauí, de ser um município com expressiva tradição política e cultural, de ter um dos substanciosos recursos do FUNDEB, Caxias não tem transporte escolar, escolas em precaríssimas condições de funcionamento, sem banheiro, sem merenda.
As crianças caxienses estão ABANDONADAS E DESSASISTIDAS pela PREFEITURA!!!! COMPARE E TIRE SUAS CONCLUSÕES
Escrito por Gastão Vieira às 31/03/2008
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Deu no Fantástico Corrupção deixa escolas de Caxias sem merendaPortal G1 de notícias, 30 de março de 2008 O "Fantástico" visitou duas escolas de ensino fundamental da zona rural de Caxias, a terceira maior cidade do Maranhão. Nelas, a palavra 'escola' ainda faz sentido por um único motivo: as professoras, os pais e os pequenos brasileiros acreditam na educação. Carteira destruída, carteira sem assento, encosto desfolhado, vigas do teto arrebentadas. Para esses pequenos brasileiros, falta quase tudo. “Queria cadeira, banheiro novo, pia no nosso banheiro, quadro, merenda”, enumera Isamara da Conceição Oliveira, de 12 anos.
Mas, para fornecedores da prefeitura e empreiteiros contratados pelo município, dinheiro não parece ser um problema. Ao ser perguntado se a prefeitura paga em dia, o engenheiro José Ribamar Serra responde: “paga, paga. Aqui o prefeito é bom pagador”, diz sorrindo.
Enquanto isso, ir à aula pode ser muito perigoso. Crianças caminham na beira da estrada. Uma menina pula na beira da estrada, corre para o meio da pista, cai e se levanta. Elas têm pressa. “A gente tenta chegar cedo, porque se chegar tarde, as cadeiras não prestam”, lamenta Isamara.
Uma aluna precisa sentar no apoio do braço da carteira, colocado no lugar do assento. Para uma outra aluna, o jeito foi apoiar o caderno nas pernas, já que a cadeira não tem braço. Em cada escola, um mesmo galpão é usado por turmas de séries diferentes. As aulas são dadas ao mesmo tempo, sendo que o segundo ano é dividido no meio.
“Às vezes, quando outra professora canta uma música, os meninos também querem prestar atenção. Eu fico parada, enquanto ela termina lá. É assim que a gente faz o nosso trabalho”, desabafa uma professora.
O desconforto marca até a hora de ir ao banheiro, que não passa de um cercadinho de palha. Um luxo, se comparado ao mato usado pela outra escola. “Para ir ao banheiro tem que ir lá no mato. Não tem banheiro”, conta o aluno Francisco das Chagas.
Falta de merenda
O sofrimento não acaba. A merenda, por exemplo, ainda não chegou este ano. Muitas crianças não têm o que comer. “Eu digo: ‘meus filhos, tragam o que vocês tiverem em casa, uma farinhazinha com açúcar, com um pouquinho de sal, pimentinha-do-reino’”, comenta a professora Maria da Felicidade.
De acordo com a professora Adriana dos Anjos, com pena dos alunos, muitas vezes é preciso mandá-los embora mais cedo. “É uma tristeza muito grande ver os filhos passando fome aqui. Nós não podemos dar um emprego, nada, só o estudo”, diz Luzia dos Santos, mãe de um aluno.
As duas escolas não têm merenda. O prefeito não quis gravar entrevista. Em nota, a prefeitura afirma que pode haver um ou outro caso de colégios que ainda não receberam merenda este ano. Mas houve um tempo de fartura no município de Caxias, pelo menos, no papel.
A prefeitura comprou 22 toneladas de carne em meados de dezembro de 2006. Detalhe: as crianças estavam de férias e a carne tinha de ser consumida em até 60 dias.
O conselho que fiscaliza a merenda questionou a compra. Um ano depois, o prefeito acabou devolvendo o dinheiro. A nota fiscal da compra da carne está em nome de um laranja conhecido como Zé do Bode, que trabalha para o pai do presidente da Câmara dos Vereadores de Caxias, Antônio Apolônio.
Zé do Bode é funcionário da Frical, que é o matadouro e o frigorífico de Antônio Apolônio. Ele aparece na nota fiscal como dono do negócio, que na verdade pertence a Apolônio.
Escrito por Gastão Vieira às 31/03/2008
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Veja lista dos 23 cursos de direito que terão de cortar vagas O MEC (Ministério da Educação) anunciou segunda leva de cursos de direito que terão de reduzir vagas devido ao baixo desempenho avaliações de alunos. São 23 instituições que precisarão cortar, ao todo, 13.786 vagas.
Da relação publicada nesta quinta-feira (27), 6 instituições já concordaram em reduzir as vagas. Outras 17 ainda não assinaram o termo de compromisso do MEC.
As instituições que não cumprirem à determinação podem sofrer processo administrativo que levará, em último caso, à perda da licença para funcionamento.
Em janeiro, o ministério já havia determinado a redução de quase 7.000 vagas em 29 instituições.
O processo de corte de vagas poderá atingir mais 28 faculdades que estão sob análise do MEC. Até abril, segundo o Secretário de Educação Superior, Ronaldo Mota, terão sido fechadas 25 mil vagas em cursos de direito.
Essas instituições estão sob supervisão do MEC por não terem atingido nota 3 nem no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), que vai de 1 a 5, nem no IDD (Indicador de Diferença do Desempenho), que avalia estudantes no fim do curso.
As instituições deverão adotar, ainda, outras medidas como melhor o quadro de professores, reorganizar turmas, rever do projeto pedagógico e implantar de bibliotecas.
Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, os estudantes matriculados não serão afetados, e as reduções de vagas só valem para os próximos vestibulares.
Escrito por Gastão Vieira às 27/03/2008
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Gastão Vieira lança Série Editorial sobre Ciclo de Seminários Educação no Século XXI O deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) participou nesta quarta-feira (26), em Brasília, do lançamento das puiblicações e dos DVs sobre o Ciclo de Seminários Internacionais sobre educação realizados, pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, em parceria com o Sistema CNC-SESC-SENAC e o Instituto Alfa e Beto. Os três livros com artigos assinados pelos conferencistas do Ciclo de Seminários Internacionais "Educação no Século XXI: modelos de sucesso" e , ainda, DVDs multimídia com a íntegra das palestras proferidas no evento são resultado dos seminários realizados no ano passado, quando Gastão Vieira presidiu a Comissão de Educação e Cultura da Câmara.
Realizado nos meses de agosto, setembro e outubro de 2007, o Ciclo de Seminários Internacionais "Educação no Século XXI: modelos de sucesso" consagrou-se como amplo espaço de debate sobre os caminhos e descaminhos da Educação no Brasil e no mundo, reunindo nos três dias de eventos mais de 2.250 pessoas.
Os seminários idealizados por Gastão Vieira, e agora documentados em livros e DVDs, tiveram como objetivo promover debates com especilaistas internacionais na busca de soluções estruturais para a transformação do sistema educacional brasileiro.
O lançamento, na sede da Confederação Nacional do Comércio, contou com a participação de dirigentes da CNC, deputados, senadores, secretários de educação e educadores. Ao se pronuciar, Gastão Vieira reafirmou seu compromisso com a causa da educação e a importância da parceria selada com a CNC para a realização de eventos que promovam o debate pela melhoria do sistema educacional brasileiro. O deputado também afirmou que a Câmara não é omissa, pelo contrário, "na Comissão de Educação temos a união de parlamentares de todos os partidos para debatermos e votarmos projetos de interesse do país no tema educação".
Gastão Vieira lembrou que além dele, pelo menos seis deputados da Comissão de Educação, vão disputar eleição para as prefeituras das capitais."Vamos aplicar experiências bem sucedidas e debatidas na comissão para implementar políticas públicas nos municípios, o que contribuirá para a melhoria da educação nos estados e no país".
"Educação no século XXI: modelos de sucesso"
Os livros abordam os temas da reforma educativa, da diversificação do ensino médio e da educação infantil e os respectivos modelos que deram certo em países da Europa, Asia e Américas. Os livros reúnem 15 artigos especiais, assinados pelos conferencistas nacionais e estrangeiros participantes do ciclo de conferências.
Seis DVDs formam o kit multimídia "Educação no século XXI: modelos de sucesso", em lançamento. De forma bastante interativa e de fácil navegação, os multimídia apresentam a cobertura videográfica de cada conferência e/ou pronunciamento realizado nos três dias de eventos. Os DVDs trazem ainda as apresentações em Power Point utilizadas pelos conferencistas nacionais e internacionais.
Escrito por Gastão Vieira às 27/03/2008
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Mais notícias sobre o Lançamento de Livros e vídeos do Seminário Educação no Século XXI Parlamentares, dirigentes educacionais, entre outros, compareceram nesta quarta-feira (26), ao lançamento da série editorial "Ciclo de Seminários Internacionais Educação no Século XXI: modelos de sucesso". A série é composta por três livros com respectivos dvds que trazem a transcrição das palestras realizadas durante eventos de mesmo nome, realizado no ano passado, pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, em parceria com o Sistema CNC-SESC-SENAC e o Instituto Alfa e Beto. "A entrevista concedida pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, na Folha de São Paulo de hoje, mostra o quanto nosso evento apontou problemas reais, mostrou experiências bem-sucedidas, e mostrou possibilidades de solução. Como agora há um plano para 2022, não há mais desculpas. É agora ou nunca. Sabemos que construimos uma notável contribuição ao debate pela melhoria da educação brasileira. Agradeço também à CNC pelo apoio fundamental à realização do evento", afirmou o deputado federal, Gastão Vieira (PMDB-MA), à época do evento, presidente da Comissão de Educação da Câmara. O Vice-presidente da CNC (SESC/SENAC), Luiz Gil Siuffo, elogiou a realização do Ciclo e reafirmou o compromisso da entidade: "Educação é um dos pilares de nosso Sistema", endossou Siuffo. Para o Senador Adelmir Santana (DEM-DF), que também preside a Fecomércio-DF e o Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae: "Nosso compromisso é com a qualificação profissional assim como com a educação brasileira. Estamos presentes em todas as unidades da federação e damos o exemplo com a escola modelo de Ensino Médio, recém-inaugurada do SESC, no Rio de Janeiro. Eventos como esse ajudam a mudar o Brasil", finalizou.
Escrito por Gastão Vieira às 27/03/2008
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MEC classifica 37 municípios como modelos de ensino público Portal MEC, 26 de março de 2008 Acompanhamento rigoroso dos alunos e incentivo à leitura nas escolas foram algumas das estratégias adotadas por 37 municípios brasileiros com desempenho superior ao resto do país em indicadores do ensino básico (níveis fundamental e médio).
O levantamento "Redes de Aprendizagem - Boas Práticas de Municípios que Garantem o Direito de Aprender" pesquisou as estratégias adotadas por municípios que têm Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) acima de 4 - a média nacional é 3,8.
O estudo foi feito pelo MEC (Ministério da Educação) em parceria com a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e a Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação).
Os dados serão apresentados e debatidos hoje, em Brasília, no Fórum da Undime.
Os pesquisadores identificaram dez ações adotadas por esses municípios que, segundo o estudo, garantiram melhor desempenho dos alunos:
1 - ensino de resultados: escolas traçam metas para que os alunos aprendam 2 - método de ensino integrado para todas as escolas do município 3 - planejamento do ensino com a participação dos pais 4 - avaliações regulares 5 - valorização dos professores 6 - formação contínua dos professores 7 - estímulo à leitura 8 - atenção individual aos alunos 9 - atividades extra-classe 10 - parcerias em esportes, cultura, assistência social e saúdeMunicípios considerados ‘modelo’ pelo MEC Centro-oeste Apiacás - MT Carmo do Rio Verde - GO Cezarina - GO Comodoro - MT Formosa - GO Piranhas - GO Rio Verde - GO Rondonópolis - MT
Nordeste Alto Alegre do Pindaré - MA Mortugaba - BA Presidente Dutra - BA Sobral - CE Teresina - PI Norte Altamira - PA Alvorada - TO Araguaína - TO Rio Branco - AC Santarém - PA Sudeste Divinópolis - MG João Monlevade - MG Lagamar - MG Rio Piracicaba - MG Santa Rita de Caldas - MG Santo Antônio de Pádua - RJ Sete barras - SP Sud Menucci - SP Votuporanga - SP Sul Arroio do Meio - RS Farroupilha - RS Guaramirim - SC Horizontina - RS Jesuítas - PR Marilena - PR Pinhais - PR Realeza - PR São Jorge d’Oeste - PR Sapiranga - RS
Escrito por Gastão Vieira às 26/03/2008
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